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4.7.09
sexta-feira
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4.5.09
carrosséis
15.3.09
inní mér syngur vitleysingur
Quando você vê seu próprio sangue se espalhando por um chão amargamente branco, você entende que em algum momento ultrapassou um limite.
O céu é cinza, mas as árvores são tão claras quanto em um dia de sol. Não consigo enxergar muita coisa, estou com os olhos quase totalmente fechados e o pouco que vejo é embaçado pela água da chuva. Consigo sentir cada partícula de água no meu rosto, cada respiração do vento nos meus cabelos. Eu corro, meus pés tem areia em cada centímetro, e descalço eu consigo sentir a grama sob os pés, a areia em outras partes, e a liberdade tão palpável dentro dos meus pulmões. Eu corro, e quase posso ouvir um piano tocando, notas crescentes, tão crescentes quanto a minha velocidade, a velocidade do vento, a força da chuva. Sinto explodir algo em mim, jorrar do meu peito algo denso, como tinta, tinta turquesa, amarela, verde, branca, rosa. Por cada lugar que eu passo fica mais forte, cada gota de chuva, cada porção de terra, cada parte de mim. Ainda sinto as partes que doem, e as recém suturadas. Entorpecido é tudo o que eu não quero estar nesse momento. O piano toca cada vez mais, alto, mais forte. Eu não vou parar de correr.
PS. Não acreditem em mim.
4.2.09
último post
PS. Esse blog teve uma existência depressiva, e eu me desculpo sinceramente quanto a isso. Esse foi meu último post. Planejem bem antes de ter um filho, eles sempre vão te amar, mas às vezes eles não amam a si mesmos o suficiente.
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28.1.09
19.1.09
despedida de olhos verdes
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8.1.09
tick tick boom
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24.12.08
caos
PS. bom natal.
18.12.08
japão
PS. Desculpa o post confuso.
10.12.08
ébrio
m.
28.11.08
no meio de tudo, você
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